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EM BUSCA DE NOVIDADES
INTRODUÇÃO
Eu sou um sujeito com perfil conservador, ou seja, costumo dar ...
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EM BUSCA DE NOVIDADES
INTRODUÇÃO
Eu sou um sujeito com perfil conservador, ou seja, costumo dar preferência às meninas que já conheço e, quando procuro alguma novidade, costumo optar por escolher aquelas sobre as quais tenho algum tipo de referência: relatos e/ou indicação de amigos. Mas às vezes é preciso nos aventurarmos ao desconhecido em busca de novas experiências e de novidades para quebrar o sentimento de monotonia. Feitas essas considerações: fui até a Caribbean de Niterói em busca de novidades.
PRÉ-ATENDIMENTO
Cheguei à Caribbean por volta das 21h30min. Era uma quarta-feira bem quente e, segundo o anúncio da casa, dia de churrasco liberado. Ao chegar ao recinto, avistei cerca de 6 a 8 meninas na casa; a maioria estava concentrada na área externa, próxima à churrasqueira, aguardando o churrasco ficar pronto, e vi poucos clientes circulando pelo local. Assim que entrei, eu me dirigi até o bar para comprar uma lata de cerveja; no caminho, fui interceptado por uma falsa magra que parecia uma indiazinha chamada Elis.
A Elis percebeu que eu acabara de entrar na casa e, de forma simpática e graciosa, me perguntou se eu queria a companhia dela ou se eu gostaria de ver as outras meninas da casa primeiro. Confesso que isso me causou uma boa impressão, pois não gosto de assumir o compromisso de subir com ninguém. Esperta, a Elis começou a me seduzir aos poucos: ela começou a rebolar e alisar o meu pênis endurecido, que estava sendo contido pelo tecido da minha calça.
Quando estou numa terma, gosto de ver a iniciativa partindo das meninas e, principalmente, do clima de putaria e paquera que rola antes do atendimento. Como a Elis mostrou boa desenvoltura no papo e na sedução pré-atendimento, eu me senti confortável em confiar nos meus instintos e sair com ela, mesmo sem ter nenhuma referência sobre ela.
ATENDIMENTO
Após sermos encaminhados para um dos quartos da casa, começamos a nos beijar e a nos despir. Em ato contínuo, eu a deitei na cama e comecei a explorar o corpo dela: primeiro apreciei os lábios carnudos dela, depois os pequenos seios dela e, por último, a bucetinha dela. Depois montei nela e coloquei meu pau na boca da Elis, que chupou muito gostoso e cheia de tesão. Na sequência, fiquei em pé na cama enquanto a ninfeta se ajoelhou e iniciou um boquete alucinante; quando anunciei que estava prestes a gozar, acabou respingando leite no rosto, na boca e na mão dela.
Pausa para uma rápida conversa e para nos limparmos. A Elis olhou para mim com um sorriso maroto e disse: “Ainda temos muito tempo”. Na sequência, segurou o meu pau e começou a ordenhá-lo; em seguida, o colocou na boca. Depois que senti meu pau endurecer dentro da boca da Elis, pedi a camisinha, depois a coloquei no “menino” e iniciamos os trabalhos. A Elis começou montadinha em mim, rebolando sem pudores; depois trocamos algumas posições: de quatro, frango assado, papai e mamãe, de ladinho e, por último, a coloquei de quatro novamente. A indiazinha demonstrava muita entrega e não tinha pudores, mas, infelizmente, o meu tempo acabou.
CONCLUSÃO
Gostei bastante da performance da Elis; ela me surpreendeu positivamente, já que sair com novinhas costuma ser 8 ou 80. Além disso, termas é o segmento mais perigoso e complexo do mundo da putaria, porque você não tem referências sobre as meninas e muitas têm vários vícios, como: prometer uma coisa no pré-atendimento e fazer outra no atendimento, ficar toda hora pedindo caixinha, criar estratégias para gastar tempo ou sair antes do término do programa e etc.
A Elis deu um show de carinho e atenção, cumpriu o prometido, atendeu com muita entrega e se mostrou uma excelente companhia. Ela tem o estilo namoradinha; quem gosta de novinha com esse estilo vai adorar a indiazinha com seu estilo de falsa magra.
ELIS: aprovada com louvor e honrarias no teste drive do espartano.
INTRODUÇÃO
Eu sou um sujeito com perfil conservador, ou seja, costumo dar preferência às meninas que já conheço e, quando procuro alguma novidade, costumo optar por escolher aquelas sobre as quais tenho algum tipo de referência: relatos e/ou indicação de amigos. Mas às vezes é preciso nos aventurarmos ao desconhecido em busca de novas experiências e de novidades para quebrar o sentimento de monotonia. Feitas essas considerações: fui até a Caribbean de Niterói em busca de novidades.
PRÉ-ATENDIMENTO
Cheguei à Caribbean por volta das 21h30min. Era uma quarta-feira bem quente e, segundo o anúncio da casa, dia de churrasco liberado. Ao chegar ao recinto, avistei cerca de 6 a 8 meninas na casa; a maioria estava concentrada na área externa, próxima à churrasqueira, aguardando o churrasco ficar pronto, e vi poucos clientes circulando pelo local. Assim que entrei, eu me dirigi até o bar para comprar uma lata de cerveja; no caminho, fui interceptado por uma falsa magra que parecia uma indiazinha chamada Elis.
A Elis percebeu que eu acabara de entrar na casa e, de forma simpática e graciosa, me perguntou se eu queria a companhia dela ou se eu gostaria de ver as outras meninas da casa primeiro. Confesso que isso me causou uma boa impressão, pois não gosto de assumir o compromisso de subir com ninguém. Esperta, a Elis começou a me seduzir aos poucos: ela começou a rebolar e alisar o meu pênis endurecido, que estava sendo contido pelo tecido da minha calça.
Quando estou numa terma, gosto de ver a iniciativa partindo das meninas e, principalmente, do clima de putaria e paquera que rola antes do atendimento. Como a Elis mostrou boa desenvoltura no papo e na sedução pré-atendimento, eu me senti confortável em confiar nos meus instintos e sair com ela, mesmo sem ter nenhuma referência sobre ela.
ATENDIMENTO
Após sermos encaminhados para um dos quartos da casa, começamos a nos beijar e a nos despir. Em ato contínuo, eu a deitei na cama e comecei a explorar o corpo dela: primeiro apreciei os lábios carnudos dela, depois os pequenos seios dela e, por último, a bucetinha dela. Depois montei nela e coloquei meu pau na boca da Elis, que chupou muito gostoso e cheia de tesão. Na sequência, fiquei em pé na cama enquanto a ninfeta se ajoelhou e iniciou um boquete alucinante; quando anunciei que estava prestes a gozar, acabou respingando leite no rosto, na boca e na mão dela.
Pausa para uma rápida conversa e para nos limparmos. A Elis olhou para mim com um sorriso maroto e disse: “Ainda temos muito tempo”. Na sequência, segurou o meu pau e começou a ordenhá-lo; em seguida, o colocou na boca. Depois que senti meu pau endurecer dentro da boca da Elis, pedi a camisinha, depois a coloquei no “menino” e iniciamos os trabalhos. A Elis começou montadinha em mim, rebolando sem pudores; depois trocamos algumas posições: de quatro, frango assado, papai e mamãe, de ladinho e, por último, a coloquei de quatro novamente. A indiazinha demonstrava muita entrega e não tinha pudores, mas, infelizmente, o meu tempo acabou.
CONCLUSÃO
Gostei bastante da performance da Elis; ela me surpreendeu positivamente, já que sair com novinhas costuma ser 8 ou 80. Além disso, termas é o segmento mais perigoso e complexo do mundo da putaria, porque você não tem referências sobre as meninas e muitas têm vários vícios, como: prometer uma coisa no pré-atendimento e fazer outra no atendimento, ficar toda hora pedindo caixinha, criar estratégias para gastar tempo ou sair antes do término do programa e etc.
A Elis deu um show de carinho e atenção, cumpriu o prometido, atendeu com muita entrega e se mostrou uma excelente companhia. Ela tem o estilo namoradinha; quem gosta de novinha com esse estilo vai adorar a indiazinha com seu estilo de falsa magra.
ELIS: aprovada com louvor e honrarias no teste drive do espartano.
