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Uva – Roussanne (Categoria branca intensa).
Só mais um dia no Paraíso!
A primeira vez com Al...
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Uva – Roussanne (Categoria branca intensa).
Só mais um dia no Paraíso!
A primeira vez com Alice foi tão boa e intensa que o repeteco era inevitável, ela furou uma boa fila de repetecos, apesar do tempo curto aproveito que estaria no centro combino com ela um período de 2 horas.
Alguns minutos antes envio mensagem, ela libera minha subida, sou recebido por ela que usava uma linda lingerie e um robe com um decote – Que decote!

Ela me recebe com muitos beijos e um caloroso abraço – como é cheirosa – nos falamos rapidamente, toalha e vou para o banho.
Na volta ela me espera ainda de pé próximo a cama, voltamos aos beijos e troca de carícias, sua pele é uma seda deliciosa de se tocar, o bago já fica ligado e vamos para cama, ela começa um oral maravilhoso D4 na cama comigo ainda de pé, fico acariciando sua linda bunda – Que visão!!

Ela me maltrata bastante, com as pernas bambas passo para a cama, ela continua o oral, estava bom demais, alternava um pouco de tudo e ficava me olhando, em seguida passamos para um 69 – encaixe perfeito, tinha hora que ela engolia tudo e me fazia ver estrelas, mas mantive a concentração na ppk deliciosa dela, suas contrações e gemidos me deixavam com mais tesão.
Ficamos muito tempo, sinto que ela se contraiu mais e mantenho o ritmo, vou sentindo o mosto que delícia, eu não parei e como saiu mosto, ela diz que gozou e começa a maltratar o bago que latejava, deixei rolar e finalizei intensamente naquela boquinha ainda no 69.
Uma parada para higiene e nos deitamos alguns minutos, o bago não estava nem aí e permanecia alerta, ela não perdoa e começa de novo com um oral bem cadenciado, se deixar finalizo novamente, não aguentava mais e pego a camisinha, devidamente vestido o bago ela vem por cima, cavalgada maravilhosa alternando os movimentos enquanto chupo aqueles seios simplesmente divinos, as vezes ganhava beijos intensos e se inclina para trás e como geme gostoso, parece gozar novamente.
Nos viramos ela estava muito molhada e encaixamos um ppmm com muitos beijos, em alguns minutos não aguento mais e finalizo aos urros – ficamos abraçados trocando beijos alguns instantes, depois paramos para nova higiene.
Sentados na cama ficamos conversando e trocando mais carícias, ela começa a tocar no bago que parece não resistir aos encantos da Alice, borracha no cogumelo, nova cavalgada com muita intensidade e pegação, ficamos alguns minutos ela geme bastante, me pressiona, goza novamente e se deita ao meu lado, ficamos rindo, tempo mais do que estourado, por pouco o bago não faz um hattrick, coisa rara.
Banho tomado, nos despedimos, mais alguns beijos até a porta e a certeza de que duas horas ainda é pouco.
Repeteco muito em breve.
A Alice Martins é uma deliciosa e marcante Roussanne.

Roussanne, uva ilustre, mas pouco conhecida, originária da região do Rhône, no sul da França, é uma variedade de uva branca e nobre. Entra no blend de alguns vinhos inspiradores como os das AOCs Hermitage, Vins de Savoie, Crozes-Hermitage, Saint Péray, Saint Joseph, Côtes du Rhône, Châteauneuf du Pape, Corbières…
Precisa de temperaturas amenas e um longo período de calor para amadurecer e é suscetível a algumas pragas, o que lhe valeu a reputação de “uva difícil”. Mas ali, na sua “terra”, que inclui também a Savoie, o Languedoc e o Roussillon, ela produz vinhos potentes e elegantes, de uma bela cor amarelo-pálido, com boa acidez e que costumam envelhecer bem. Nos blends, ela garante aromas mais intensos e complexos, além da elegância. Fora da França, ela se deu muito bem na Califórnia, onde durante muito tempo foi confundida com outra uva, a Viognier.
Esta variedade de uva branca é original da região francesa do Vale do Rhöne. Onde também é conhecida como Barbin, Bergeron, Martin Cot, Fromental, Rebolot, Babellot, Ramoulette, Greffou, Picotin Blanc e Courtoisie.
Tem cachos médios e bastante compactos, com pequenas bagas redondas de cor âmbar, que quando amadurecem tornam-se rosáceas, justificando aí o seu nome.
A Roussane destaca-se pelo aroma único e acidez fresca, com a qual se elaboram vinhos sutis e com boa tanicidade.
Seus aromas lembram damasco, com matizes florais, herbáceos e notas de mel. Pouco habitual como monovarietal, costuma ser parte de coupages junto às variedades Marsanne e Viognier, a grande trilogia branca das variedades de Rhöne, e inclusive com a Chardonnay, que suaviza sua intensidade tânica.

Quando a Roussanne está bem elaborada, geralmente tem uma magnífica evolução na garrafa, o que permite que conserve todas as suas propriedades com o tempo.
Alice muito obrigado por essas horas maravilhosas!!!
Até a próxima degustação!!!

"Se te censuram, estás bem,
P’ra que a sorte te perdure;
Mal de ti quando ninguém
Te inveje nem te censure!"
_________________________________________
A alma de uma mulher é antiga, infinita e cheia de segredos. Sorva-a aos poucos, como o vinho. E não queira decifrá-la toda, em todos os seus gostos e sensações. Deixe um pouco para amanhã. E surpreenda-se, sempre.
Santé!
Só mais um dia no Paraíso!
A primeira vez com Alice foi tão boa e intensa que o repeteco era inevitável, ela furou uma boa fila de repetecos, apesar do tempo curto aproveito que estaria no centro combino com ela um período de 2 horas.
Alguns minutos antes envio mensagem, ela libera minha subida, sou recebido por ela que usava uma linda lingerie e um robe com um decote – Que decote!
Ela me recebe com muitos beijos e um caloroso abraço – como é cheirosa – nos falamos rapidamente, toalha e vou para o banho.
Na volta ela me espera ainda de pé próximo a cama, voltamos aos beijos e troca de carícias, sua pele é uma seda deliciosa de se tocar, o bago já fica ligado e vamos para cama, ela começa um oral maravilhoso D4 na cama comigo ainda de pé, fico acariciando sua linda bunda – Que visão!!
Ela me maltrata bastante, com as pernas bambas passo para a cama, ela continua o oral, estava bom demais, alternava um pouco de tudo e ficava me olhando, em seguida passamos para um 69 – encaixe perfeito, tinha hora que ela engolia tudo e me fazia ver estrelas, mas mantive a concentração na ppk deliciosa dela, suas contrações e gemidos me deixavam com mais tesão.
Ficamos muito tempo, sinto que ela se contraiu mais e mantenho o ritmo, vou sentindo o mosto que delícia, eu não parei e como saiu mosto, ela diz que gozou e começa a maltratar o bago que latejava, deixei rolar e finalizei intensamente naquela boquinha ainda no 69.
Uma parada para higiene e nos deitamos alguns minutos, o bago não estava nem aí e permanecia alerta, ela não perdoa e começa de novo com um oral bem cadenciado, se deixar finalizo novamente, não aguentava mais e pego a camisinha, devidamente vestido o bago ela vem por cima, cavalgada maravilhosa alternando os movimentos enquanto chupo aqueles seios simplesmente divinos, as vezes ganhava beijos intensos e se inclina para trás e como geme gostoso, parece gozar novamente.
Nos viramos ela estava muito molhada e encaixamos um ppmm com muitos beijos, em alguns minutos não aguento mais e finalizo aos urros – ficamos abraçados trocando beijos alguns instantes, depois paramos para nova higiene.
Sentados na cama ficamos conversando e trocando mais carícias, ela começa a tocar no bago que parece não resistir aos encantos da Alice, borracha no cogumelo, nova cavalgada com muita intensidade e pegação, ficamos alguns minutos ela geme bastante, me pressiona, goza novamente e se deita ao meu lado, ficamos rindo, tempo mais do que estourado, por pouco o bago não faz um hattrick, coisa rara.
Banho tomado, nos despedimos, mais alguns beijos até a porta e a certeza de que duas horas ainda é pouco.
Repeteco muito em breve.
A Alice Martins é uma deliciosa e marcante Roussanne.
Roussanne, uva ilustre, mas pouco conhecida, originária da região do Rhône, no sul da França, é uma variedade de uva branca e nobre. Entra no blend de alguns vinhos inspiradores como os das AOCs Hermitage, Vins de Savoie, Crozes-Hermitage, Saint Péray, Saint Joseph, Côtes du Rhône, Châteauneuf du Pape, Corbières…
Precisa de temperaturas amenas e um longo período de calor para amadurecer e é suscetível a algumas pragas, o que lhe valeu a reputação de “uva difícil”. Mas ali, na sua “terra”, que inclui também a Savoie, o Languedoc e o Roussillon, ela produz vinhos potentes e elegantes, de uma bela cor amarelo-pálido, com boa acidez e que costumam envelhecer bem. Nos blends, ela garante aromas mais intensos e complexos, além da elegância. Fora da França, ela se deu muito bem na Califórnia, onde durante muito tempo foi confundida com outra uva, a Viognier.
Esta variedade de uva branca é original da região francesa do Vale do Rhöne. Onde também é conhecida como Barbin, Bergeron, Martin Cot, Fromental, Rebolot, Babellot, Ramoulette, Greffou, Picotin Blanc e Courtoisie.
Tem cachos médios e bastante compactos, com pequenas bagas redondas de cor âmbar, que quando amadurecem tornam-se rosáceas, justificando aí o seu nome.
A Roussane destaca-se pelo aroma único e acidez fresca, com a qual se elaboram vinhos sutis e com boa tanicidade.
Seus aromas lembram damasco, com matizes florais, herbáceos e notas de mel. Pouco habitual como monovarietal, costuma ser parte de coupages junto às variedades Marsanne e Viognier, a grande trilogia branca das variedades de Rhöne, e inclusive com a Chardonnay, que suaviza sua intensidade tânica.
Quando a Roussanne está bem elaborada, geralmente tem uma magnífica evolução na garrafa, o que permite que conserve todas as suas propriedades com o tempo.
Alice muito obrigado por essas horas maravilhosas!!!
Até a próxima degustação!!!
"Se te censuram, estás bem,
P’ra que a sorte te perdure;
Mal de ti quando ninguém
Te inveje nem te censure!"
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A alma de uma mulher é antiga, infinita e cheia de segredos. Sorva-a aos poucos, como o vinho. E não queira decifrá-la toda, em todos os seus gostos e sensações. Deixe um pouco para amanhã. E surpreenda-se, sempre.
Santé!









