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Eu fechei o ano de 2020 com um encontro com esta menina, e iniciei 2021 com mais um. 01**
Devido à...
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Eu fechei o ano de 2020 com um encontro com esta menina, e iniciei 2021 com mais um.
Devido às inúmeras vezes que ficamos juntos, toda vez que saio com esta menina mais que um TD parece um encontro de amigos.
Da última vez que saí com esta menina, caiu um toró e a garota chegou ensopada ao lugar de encontro, mas isso não tirou o seu bom humor e a vontade de atender bem.
Chegando no hotel ela foi tomar um banho quente enquanto eu abria uma garrafa de vinho que levei. Aliás esse item tem sido quase que uma “exigência” da menina para aquecer os encontros.
De volta ao quarto, brindamos desejando um ano melhor e sem pandemia e veio o beijo.
O beijo da Hellem não é aquele Roto-rooter que extrai o cérebro pela boca, é um beijo de namoradinha que queria muito te encontrar.
Fui beijando o corpo todo dela, dos pezinho até o pescoço atrás da orelha, para me deter demoradamente na xotinha dela.
É muito prazeroso chupar essa menina até sentir que os gemidos dela ficam mais intensos, dá uns pequenos tremores e com a sua vozinha doce diz: “Gozei!” e te empurra de leve pro lado.
Simples e natural, sem gritaria histérica e sem incorporação se santo na hora de gozar.
A seguir começamos com um PPMM romântico para, na sequência levantar o quadril da moça e mudar o intruso para o cuzinho aconchegante.
Aí é o paraíso, beijar essa boquinha deliciosa e sentir o instrumento docemente acolhido no “precioso”.
Na pausa, mais conversa, mais risos, mais vinho. Não necessariamente nessa ordem.
Logo vem o momento em que a Hellem mostra mais um dos seus talentos: a arte de ressuscitar o morto.
Com carinho acolhe na sua boquinha o combalido sujeito e, sem precisar dizer: “levanta-te e anda!” o faz voltar na retomada dos seus deveres.
No fim, porque infelizmente tudo que é bom tem um fim,
a correria para pegar a última condução e o beijo de despedida com a certeza que haverá um próximo encontro, no que depender de mim, pelo menos.
Devido às inúmeras vezes que ficamos juntos, toda vez que saio com esta menina mais que um TD parece um encontro de amigos.
Da última vez que saí com esta menina, caiu um toró e a garota chegou ensopada ao lugar de encontro, mas isso não tirou o seu bom humor e a vontade de atender bem.
Chegando no hotel ela foi tomar um banho quente enquanto eu abria uma garrafa de vinho que levei. Aliás esse item tem sido quase que uma “exigência” da menina para aquecer os encontros.
De volta ao quarto, brindamos desejando um ano melhor e sem pandemia e veio o beijo.
O beijo da Hellem não é aquele Roto-rooter que extrai o cérebro pela boca, é um beijo de namoradinha que queria muito te encontrar.
Fui beijando o corpo todo dela, dos pezinho até o pescoço atrás da orelha, para me deter demoradamente na xotinha dela.
Simples e natural, sem gritaria histérica e sem incorporação se santo na hora de gozar.
A seguir começamos com um PPMM romântico para, na sequência levantar o quadril da moça e mudar o intruso para o cuzinho aconchegante.
Na pausa, mais conversa, mais risos, mais vinho. Não necessariamente nessa ordem.
Logo vem o momento em que a Hellem mostra mais um dos seus talentos: a arte de ressuscitar o morto.
Com carinho acolhe na sua boquinha o combalido sujeito e, sem precisar dizer: “levanta-te e anda!” o faz voltar na retomada dos seus deveres.
No fim, porque infelizmente tudo que é bom tem um fim,




